quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Zélio, uma homenagem!

  Faz bom tempo que eu queria comentar sobre o 38º salão de Piracicaba e outros eventos ligados a ele, mas o tempo foi passando e o "deixa pra depois" foi ficando forte. Mas aos poucos vou postando aqui, quero falar tanta coisa, o salão estava maravilhoso! 
  Esse ano, o Zélio Alves Pinto, o Zélio, completa 50 anos de carreira. Como sabemos, além de grande cartunista, artista plástico, jornalista, escritor, diretor de museu, ele é um dos fundadores do salão de Pira, então, por lá foi uma grande festa para comemorar essa data. Foi montada uma exposição retratando as diversas fases de sua carreira como cartunista. Os cartuns e charges são divertidíssímos e poucos artistas conseguem atingir um nível tão elaborado de humor crítico como ele. Passear entre seus trabalhos é uma viagem pela cultura, comportamento e história política do Brasil. Vale a pena!
   Junto a exposição dos trabalhos do Zélio, 50 cartunistas brasilieros de várias gerações foram convidados a homenagear esse grande artista com uma caricatura dele. Para grande surpresa e alegria, fui convidada a participar da homenagem. Foi uma honra enorme...
   Fiquei por muito tempo na dúvida da técnica que usaria pra fazer a carica do Zélio. Também foi difícil escolher o material, se faria no papel ou tridimencional. Então acabei decidindo pela escultura.
   Usei a massa fimo e outros materias, como tecido para a roupa e cabelo. Foram vários esboços para chegar à caricatura que eu queria, várias vezes perguntando aos universitários (meus irmãos, mãe, Tato, amigos, Samuca (meu buldogue, he,he,he, brincadeira, mas se falasse, eu perguntava a ele também, rstsr!).






  

          Associei à caricatura lápis e a lâmpada, duas ferramentas indispensáveis à criação do Zélio. Como já era de se esperar (lei de Murph), até o dia da exposição, a pequena lâmpada que havia colocado no balão, estava funcionando, acendia mesmo. Justo no dia da abertura, deu curto ali, e não acendeu mais!!!! Bom, a luz, deixa por conta do Zélio, que já tem o suficiente, não é?




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